Tal como ontem, o carro número quatro dominou toda a corrida mas, desta feita, de uma forma ainda mais efectiva, sendo claramente o mais rápido em pista, como demonstra o facto de ter efectuado a volta mais rápida da tarde. Tanto José Ramos como Patrick Cunha impuseram um ritmo avassalador que se revelou inalcançável para os seus perseguidores, terminando com uma vantagem de mais de trinta e sete segundos para o segundo classificado. “Foi um arranque difícil, mas mantive a liderança e, a partir daí, dei o meu máximo, tendo conseguido abrir uma boa vantagem para os meus adversários. Nunca baixei o ritmo, uma vez que tínhamos um elevado handicap (fruto da vitória de ontem) e pretendia entregar o carro ao Patrick (Cunha) na liderança, o que acabou por se confirmar. O Patrick continuou a gerir o andamento e triunfámos de uma forma justa, mostrando que as corridas se ganham na pista e não na secretaria”, sublinhou José Ramos.
Nos GT4 também a GOODSENSE Racing Team esteve em plano de evidência, conseguindo um pódio através do Lotus Evora GT4 número dez. Joffrey Didier realizou um turno extraordinário, alcançando o comando da categoria. Mas a menor experiência de Jorge Queiroz, que se estreou este fim-de-semana ao volante do carro inglês, levou-o até um notável terceiro posto final. “Perdi tempo no arranque, o que me obrigou a atacar desde início para recuperar lugares e alcançar o comando, o que consegui. Imprimi um ritmo forte ao longo de todo o meu turno para poder entregar ao Jorge (Queiroz) o carro com uma boa vantagem e ele, apesar da sua menor experiência com o Lotus, terminou num excelente terceiro posto”, afirmou Joffrey Didier.
O duo Carlos Alonso e Nuno Batista tiveram uma corrida mais conturbada, tendo uma luta mais acirrada com um adversário obrigado o piloto de Vila Real a uma saída de pista. No entanto, sem nunca desistir, a dupla do Ginetta G50 protagonizou uma boa recuperação, vendo a bandeirada de xadrez no quarto lugar da categoria GT4. “A nossa corrida ficou condicionada logo no início, com aquele incidente, e partir daí tentámos fazer o melhor possível. Andámos no máximo das capacidades do carro, mas nunca conseguiríamos ir além do terceiro lugar. Fizemos o possível e o quarto lugar oferece-nos alguns pontos para o campeonato, muito embora esse objectivo esteja agora mais distante”, enfatizou Nuno Batista.
Depois das boas prestações do GOODSENSE Racing Team na ronda deste fim-de-semana, a equipa portuguesa está já de baterias apontadas à ronda do GT Open que terá lugar no Autódromo Internacional do Algarve dentro de duas semana
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